Carlos Carreiras no arranque do ciclo de debates do 1.º Encontro

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O quarto dia do 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia ficou marcado pelo arranque do ciclo de debates, que junta em diferentes mesas redondas escritores, narradores, ilustradores e especialistas para discutir e reflectir sobre as diferentes temáticas em torno da literatura infanto-juvenil.

A sessão de abertura foi presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, que elogiou, mais uma vez, o “extraordinário trabalho” desenvolvido pela Fundação “O Século”.

Quanto ao Encontro, Carlos Carreiras disse estar “reconhecido” à Fundação “O Século por ter promovido este evento no concelho de Cascais e deixou os votos para que este Encontro “se multiplique por muitos outros”.

“Desejo  que para o ano se realize um segundo Encontro e que esse encontro seja conciliável em termos de data com uma iniciativa de literatura mais abrangente que está a ser promovida pela da Fundação Dom Luís para termos uma capacidade maior de, todos em conjunto, expormos este grande património que é a nossa língua, especialmente vocacionado para as crianças “, referiu o Presidente da Câmara Municipal de Cascais.

Depois foi a vez do Comissário do 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil, José Fanha,  dar as boas vindas convidados, ao que disse ser “encontro de afectos”. “Este é um encontro de afectos porque quem escreve para crianças e promove o livro e a leitura, só o pode fazer se for com o coração cheio de afecto. É o encontro das literaturas, dos escritores dos professores, dos promotores, dos ilustradores, dos narradores. É um espaço onde os afectos nascem, crescem, reproduzem-se e se tornam enormes”, disse José Fanha.

Durante a sessão de abertura destes debates sobre literatura infanto-juvenil, José Fanha garantiu, ainda, que “este foi o primeiro encontro mas queremos continuá-lo.”

“Nós precisamos de saber exactamente o que é literatura infanto-juvenil e dignificá-la . Esse é o primeiro caminho deste 1. Encontro e dos próximos. Em segundo lugar, é preciso estabelecer uma plataforma de circulação dos escritores ada Lusofonia, que enriqueça a nossa literatura para crianças e dê força à língua portuguesa e, sobretudo, que nos torne a todos mais felizes, porque quem lê mais é mais feliz”, sublinhou Fanha.

Por fim, e a terminar esta sessão de abertura, o secretário-geral da UCCLA  – Unidade das Cidades Capitais da Língua Portuguesa , Vítor Ramalho, subiu ao palco para dar a “boa notícia” de que  aquela entidade,  para assinalar o 30.º da UCCLA, vai criar três prémios para distinguir  pequenos contos escritos por  jovens autores lusófonos de literatura infanto-juvenil .